A fim de garantir a solidez do Sistema Financeiro Nacional (SFN), o Conselho Monetário Nacional (CMN) e o Banco Central do Brasil (BCB) atuam na sua regulamentação e supervisão. Para isso, lançam habitualmente novas normas, com o intuito de simplificar ou alterar processos já existentes, ou até mesmo de introduzir novos procedimentos de acordo com as necessidades atuais. Essas normas podem gerar impactos significativos nas atividades das instituições financeiras, e por isso é fundamental manter-se atualizado. Nesse sentido, contar com uma assessoria, que garanta que sua instituição esteja sempre em conformidade com as normas, diminui a exposição ao risco de compliance. As normas do CMN e do BCB podem gerar impactos divididos em três categorias principais: · Impactos operacionais: a criação ou alteração de determinadas normas pode levar à necessidade de criação de novos procedimentos ou sistemas para as instituições, e dessa forma alterar significativamente a forma de como elas operam. · Impactos regulatórios: a atualização de certas normas pode gerar novos requisitos aos quais as instituições devem acatar a fim de cumprir as normas estabelecidas pelo CMN e pelo BCB. · Impactos estratégicos: a simplificação de um processo ou norma, ou exclusão da necessidade de autorização para expansão, por exemplo, podem alterar o cenário competitivo do sistema financeiro, levando as instituições a se adequarem às novas circunstâncias, com mudanças estratégicas. O sistema MK Compliance serve de apoio para as instituições garantirem que estão de acordo com as regulamentações e atualizações que são emitidas pelo CMN e pelo BCB. Entre em contato com a MK Consultoria e saiba mais!
A importância da gestão integrada de riscos
No mundo corporativo moderno, simplesmente ter consciência sobre os riscos existentes não é o suficiente para se proteger deles. É necessário encontrar formas proativas de avaliar, monitorar, reportar e mitigar os efeitos adversos resultantes das interações entre esses riscos para aumentar a probabilidade de a instituição alcançar os seus objetivos dentro da sua tolerância a riscos. Nesse sentido, desde 2017 a Resolução CMN 4.557, divulgada pelo Banco Central do Brasil (BCB), dispôs sobre a estrutura de gerenciamento contínuo e integrado de riscos, a estrutura de gerenciamento de capital e a gestão de continuidade de negócios, aplicável às instituições autorizadas a funcionar por aquele Órgão. De acordo com a Resolução CMN 4.557, o gerenciamento de riscos deve ser integrado, possibilitando a identificação, a mensuração, a avaliação, o monitoramento, o reporte, o controle e a mitigação dos efeitos adversos resultantes das interações entre os riscos indicados nessa norma (crédito, mercado, operacional, taxa de juros, liquidez, social, ambiental, climático etc.) e outros riscos considerados relevantes pela instituição. O gerenciamento integrado de risco busca: O Gerenciamento integrado de riscos (GIR) busca: · tornar a instituição proativa na identificação de ameaças e oportunidades, tendo em conta todos os seus riscos relevantes e seus inter-relacionamentos e os níveis de apetite por risco que está disposta a assumir;· identificar as ações necessárias para mitigar, evitar, transferir ou assumir os riscos;· preparar a instituição para assegurar a continuidade dos negócios em caso de interrupção de seus processos críticos;· proporcionar maior transparência, tempestividade e eficácia na decisão de alocação de recursos;· apoiar a tomada de decisões estratégicas; e· aumentar o padrão de governança. Espera-se que o GIR seja realizado de forma sistemática e estruturada, bem como tenha capacidade de reagir a mudanças e dispor de ferramentas para registro, monitoramento e reporte dos riscos. Sua estrutura contempla Plano de Continuidade de Negócios e Programa de Teste de Estresse (exercício de avaliação prospectiva dos potenciais impactos de eventos e circunstâncias adversos na instituição). A aplicação do GIR envolve várias dimensões (estrutura organizacional, políticas, estratégias, processos, procedimentos, sistemas etc.) e, por isso, deve ser implementada com cautela e, caso julgado necessário, orientações de especialistas. Para saber mais sobre a gestão integrada de riscos e como aplicá-la na sua instituição, entre em contato com a MK Consultoria.